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Países Hermanos

2019 de Janeiro, 24 | Curiosidades

Não é a toa que ao falar em Uruguay nos vêm boas referências na área da gastronomia.  A qualidade da carne, dos laticínios, do trigo, o famoso dulce de leche, tudo contribui.  Também a cultura de cafeterias de calçada remontando ao século XVIII com forte influência europeia. O hábito de aposentados se encontrarem à tarde para um cortado com medialuna, de amigos assarem uma parrillada, e das famílias se reunirem aos domingos para comer ravioles, mantém-se até hoje.

Agora pense no Rio Grande do Sul. Costuma-se dizer que o gaúcho é mais parecido com o urugaio do que com o restante do seu próprio país. É verdade. Já fomos um território único e mantemos identidade parecida nas lidas campeiras, na música, no paladar e no vocabulário.

Porém, há muitas diferenças entre hermanos que estimulam visitas recíprocas, para a sorte de todos: uruguaios cruzam fronteiras em busca do nosso calor, das praias, do ecoturismo, da arte, do carnaval, da alegria típica brasileira.  Turistas brasileiros cruzam fronteiras em busca do frio, do tango, das bodegas, das antiguidades, dos artigos de lã e couro, das praias hippies, do glamour de Punta del Este, do sotaque rioplatense.

Mas veja que curioso: apesar dessa intimidade toda entre os povos, é raro encontrar no Brasil locais que produzam as delícias da confeitaria uruguaia com a diversidade de opções e a originalidade de receitas.

Por isso este sempre foi nosso objetivo: ampliar mais e mais nossa linha de especialidades, respeitando as receitas típicas, a fim de oferecer todo aquele sabor rio-platense que a memória afetiva invoca.

Acreditamos de verdade que o alimento é capaz de provocar lembranças gostosas e sentimentos comoventes.

 

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